Aplicativo estimula a reciclagem

O universo da reciclagem de plásticos também já virou high-tech. A exemplo de aplicativos gratuitos mais usados, como os de mensagens instantâneas ou de bancos on-line, o “Reciclagem de Plásticos” veio para ficar. Com o aplicativo para celular e tablet, tanto catadores de materiais recicláveis como qualquer cidadão localiza de onde estiver 1.936 pontos de entrega voluntária (PEVs), em 61 cidades, de 20 estados do País, com toda rapidez, segurança e praticidade.

O “Reciclagem de Plásticos” é uma inovação no setor de reciclagem e está disponível gratuitamente para Android e iOS. O aplicativo é uma iniciativa do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), idealizado pela Braskem – maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e da ABIPLAST- Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e faz parte do projeto para estimular o descarte correto de resíduos recicláveis.

Fácil de Usar

Ao acessar o aplicativo, o usuário preenche sua localização e os pontos mais próximos de reciclagem são indicados, com os tipos de materiais plásticos recolhidos naquela unidade. Caso o usuário não conheça o tipo de plástico que deseja encaminhar para a reciclagem, é possível identificar os tipos de plásticos – PET , PEAD, PVC, PEBD, PP, PS, entre outros -, no próprio aplicativo e todas as pesquisas ficam gravadas no histórico. Se o usuário quiser ainda se aprofundar no assunto é possível o redirecionamento para o site da ABIPLAST, com informações gerais sobre o plástico.

Inovação

“O aplicativo facilita bastante, pois dias atrás não sabia onde levar o material que coleto na minha casa. Além disso, funciona muito bem para que a gente possa tirar dúvidas de uma maneira mais didática onde os tipos de plásticos podem ser reciclados corretamente”, afirma Fábio Land, morador da capital São Paulo.

A assessora técnica da Abiplast, Simone Carvalho Levorato Fraga, vê o uso do aplicativo de reciclagem de plásticos como algo natural, já que “hoje em dia a maioria das pessoas vive com o celular na mão e, por isso, o uso deste aplicativo tende a ser incentivado cada vez mais”.

Nesse sentido, a tecnologia ajuda síndicos, zeladores, catadores e moradores das cidades brasileiras a se tornarem cada vez mais conscientes de que o plástico é 100% reciclável e que o consumidor é parte fundamental para a sustentabilidade dos materiais plásticos ao separar seus resíduos recicláveis e levá-los a um ponto de entrega voluntária, sendo posteriormente levados aos pontos de reciclagem corretos indicados pelo aplicativo “Reciclagem de Plásticos”.

 

Fonte: http://www.plasticotransforma.com.br/

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PLÁSTICO, GRANDE POTENCIAL DE TRANSFORMAÇÃO

Depois do estágio do aquecimento, o plástico pode, então, ser utilizado para dar origem a artigos como cadeiras, mesas, camisetas, cordas, entre outros. Pouca gente sabe, mas sacos de polietileno usados para congelamento de alimentos na cozinha e sacolas usadas para transporte de alimentos e mercadorias em geral também são recicláveis. O EPS, popularmente conhecido como Isopor®, que constitui as bandejas de frios, por exemplo, é um plástico e é 100% reciclável, sendo 34,5% reciclado no Brasil.

A cultura da reciclagem é fundamental para o futuro do planeta e das próximas gerações e é importante que o consumidor esteja atento à responsabilidade em separar e destinar corretamente os materiais recicláveis.
Barreiras químicas

Paulo enfatiza que a reciclagem de plástico tem ocorrido desde a década de 1970 e está entre as operações mais eficientes hoje. No entanto, ele mostra que uma barreira para a reciclagem é a utilização generalizada de corantes e pigmentos adicionados aos plásticos. “Na reciclagem, o gás que a tinta libera é o maior problema”, esclarece. Como os aditivos são menos usados em recipientes de bebidas e sacos, isso permite que sejam reciclados mais frequentemente. Entretanto, outra barreira para a remoção de grandes quantidades de resíduos plásticos advindos de aterros é o fato de que muitos produtos plásticos comuns não têm o símbolo de reciclagem de acordo com a Norma ABNT – que identifica o tipo do plástico. Um exemplo são os bilhões de utensílios como talheres e pratos comumente distribuídos em eventos ou utilizados em festas e piqueniques.
A favor da reciclagem

O mercado de reciclagem de plásticos oferece no Brasil possibilidades ímpares justamente por ainda não estar sendo explorado em sua totalidade. Segundo dados do IBGE a reciclagem cresce 14% ao ano.

A reciclagem do plástico é sustentável e, tecnologicamente, já não é mais um problema. “98% da nossa produção vêm de sucata de lixo comum e 2% vem de reparos da indústria”, revela Paulo e continua: nosso processo começa a partir do plástico já moído e com essa base a Neuplast faz materiais de cinco cores de acordo com a especificação do cliente.
Reciclagem de plástico.

Faz parte da reciclagem de plástico gerar renda para milhares de pessoas no Brasil que atuam, principalmente, em cooperativas de catadores e recicladores e que fazem a separação manual, a moagem e a entrega dos fardos de flocos às empresas recicladoras. O setor de reciclagem gera até 84 empregos para cada empregado em todos os setores, comemora Paulo.

Assim, no Brasil, é importante o empenho em defender a reciclagem. Empresas e cooperativas recicladoras são oportunidades para futuros empreendedores engajados em melhorar o descarte de materiais. Quem sabe você não ajuda o Paulo a completar a missão de levar a reciclagem de plástico a ser o que pode ser no Brasil? Afinal, da origem até a reciclagem do plástico em novos produtos há ainda muito potencial a ser explorado.

 

Fonte: http://www.plasticotransforma.com.br/

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NOVA ECONOMIA DO PLÁSTICO

A edição 2017 do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, mostrou que mais de 40 líderes industriais decidiram apoiar um plano de ação para reciclar 70% das embalagens plásticas e reduzir os resíduos produzidos.

O plano faz parte da iniciativa lançada em maio de 2016, como resultado de um projeto da indústria, do Fórum Econômico Mundial e da Fundação Ellen MacArthur. A ideia é lançar dois desafios globais de inovação para o redesenho de produtos e criar uma série de padrões.

Estratégias para desenvolver embalagens mais sustentáveis e estimular o aumento das porcentagens de reciclagem estão no relatório “ Nova Economia do Plástico ”, da Fundação Ellen MacArthur, com insights de especialistas internacionais, entre os quais figuram importantes pensadores e líderes acadêmicos. Vamos entender melhor?

Publicação da Fundação

O relatório da Fundação Ellen MacArthur apresenta uma oportunidade de aumentar a eficácia da economia do plástico com exemplos da cadeia de valor das embalagens plásticas. A visão da nova economia do plástico oferece uma outra maneira de pensar nos plásticos como um fluxo global eficaz de materiais, alinhada com os princípios da economia circular. Nesse sentido, o descarte de materiais é minimizado ao máximo.

Redesenho de embalagens

O relatório cita como primeiro ponto a necessidade de um redesenho das embalagens plásticas colocadas no mercado, para que elas possam ser reutilizadas ou recicladas.

Embalagens multicamadas, com materiais diferentes, correspondem a aproximadamente 13% do mercado, sendo necessária a inovação no uso de materiais e outras formas de viabilizar a reciclagem. Sem o redesenho, 30% das embalagens plásticas jamais serão reutilizadas ou recicladas, de acordo com especialistas.

Como forma de viabilizar a reciclagem, o relatório sugere a preferência por tipos de materiais plásticos que são mais comumente utilizados, resultando no maior volume de um mesmo tipo de material.

Embalagens cujos conteúdos possam alterar a cor, o odor ou deixar resíduos orgânicos, desmotivando ou inviabilizando sua reciclagem, deveriam ser repensadas e fabricadas com materiais compostáveis, facilitando seu descarte. Como exemplo temos as embalagens de fast-food que, se fabricadas corretamente, poderiam ser descartadas diretamente com seu conteúdo no lixo orgânico.

Oportunidade atrativas

Levando em consideração que a meta decidida em Davos é apoiar um plano para reciclar 70% das embalagens plásticas, o relatório da Fundação também propõe que as pessoas adotem a prática de reúso, com o desenvolvimento de mais produtos concentrados e a utilização de embalagens retornáveis.

Desenho e pós-uso

Segundo o relatório, se houvesse um trabalho focado no design e no pós-uso das embalagens, a reciclagem seria atraente para os demais 50% de embalagens retornáveis, partindo da meta de 70% de reciclagem proposto no plano de Davos.

O relatório recomenda a criação de um guia de boas práticas nas indústrias de transformação e reciclagem de embalagens de plástico. O guia é visto como um passo primordial para o desenvolvimento e crescimento do setor.

O resultado será um plástico valioso antes e depois do seu uso.

Fonte: http://www.plasticotransforma.com.br/

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Sebrae lista 9 setores como tendências de negócio para 2015

Confira quais são:

https://economia.uol.com.br/

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Crise não afeta hábito de reciclagem dos portugueses

Apesar de mudanças no consumo, aprendizado com coleta seletiva é mantido

Os problemas financeiros da União Europeia mudaram os hábitos de quem mora por lá. Portugal, Grécia, Espanha e Itália são os países mais atingidos pela crise e, por isso, o poder aquisitivo da população caiu.

De acordo com o estudo da Intercampus para a ONG Ponto Verde (SPV)- “Hábitos e Atitudes face à separação de resíduos domésticos 2011”, a crise altera os padrões de consumo, mas não diminui a coleta seletiva. Os portugueses estão consumindo menos e gastando em produtos mais baratos, mas a preocupação com o meio ambiente continua a mesma.

A prática da reciclagem em Portugal é muito grande se comparada ao que ocorre no Brasil. Lá, cerca de 70% da população faz a separação do lixo e, dessa porcentagem, 47% separa todos os tipos de embalagens. Os portugueses estão se aproximando dos valores da Europa central em termos de reciclagem, aponta o estudo.

As famílias que nunca realizaram a separação doméstica de lixo e embalagens usadas argumentam que a falta de recipiente adequado e a cooperação de toda a família são as principais razões para não haver a coleta seletiva.

O estudo também revela que as famílias de melhor condição social reciclam mais, em comparação com uma família menos favorecida. No entanto, há de se lembrar que o impacto produzido por uma família pobre é menor, em termos de produção de lixo e emissão de CO2, já que dispõe de pouco capital para consumir e fazem uso dos transportes públicos com mais frequência.

Os objetos de retorno maior são os de vidro (90%), seguidos das garrafas plásticas e caixas de papelão (78%). Os resíduos menos reciclados são as embalagens de aerossol, representando 23% do lixo do país. Logo depois vêm as latas de conserva e as embalagens de alimentos pré-cozidos.

Os portugueses também estão preocupados com os recursos naturais. O estudo apontou que apenas 26% da população pretende manter os mesmos níveis de consumo de água e 32% das pessoas gastarão a mesma quantidade energia.

De maneira geral, a pesquisa mostrou que a crise econômica europeia fará com que a população portuguesa reveja seus hábitos de consumo e reduza seu impacto ambiental. O estudo teve o total de 1.075 amostras usando observação direta e entrevistas no período de 14 de novembro a 20 de dezembro de 2011, na região de Portugal Continental- o país sem suas ilhas atlânticas.

 

Fonte: http://www.ecycle.com.br/

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Plásticos: como se dá a reciclagem e no que se transformam?

Existem três tipos de reciclagem de plástico, material que pode ser transformado em fibra para carpete, mangueira de jardim, frascos para produtos de limpeza, entre outros

Diversos produtos e embalagens feitos com material plástico apresentam um símbolo que indica que eles são recicláveis. Mas você já se perguntou como que é feita a reciclagem de plástico?

No geral, a reciclagem de plástico descartado consiste, basicamente, em três processos:

Coleta e separação: que é separação dos resíduos de acordo com o seu material.
Revalorização: é a fase na qual o material já separado passa por um processo que faz com que ele volte a ser matéria-prima.
Transformação: fase em que o material transformado em matéria-prima volta a ser produto.

1) Reciclagem Mecânica

É o método mais comum. Ele consiste em transformar os plásticos (tanto os oriundos de sobra industrial – sobras virgens do processo produtivo – quanto os descartados pós-consumo – materiais recuperados no lixo por meio da coleta seletiva) em pequenos grânulos, que podem ser utilizados na produção de novos materiais, como sacos de lixo, pisos, mangueiras, embalagens não-alimentícias, peças de automóveis etc.

O modo de funcionamento já é conhecido por quem está antenado no mundo da reciclagem. Primeiro, ocorre a coleta dos plásticos descartados por meio de associações de catadores, cooperativas ou pela coleta municipal. Em seguida, nesses locais, ocorre a separação, a triagem dos diferentes tipos de plástico e a limpeza, para retirar restos de sujeira dos conteúdos. Depois de todo esse processo, o plástico granulado é produzido. Veja mais em “O que é reciclagem mecânica?”.
2)Reciclagem Química

Trata-se do modelo mais elaborado, que reprocessa os plásticos para transformá-los em materiais petroquímicos básicos, que servem de matéria-prima para a criação de produtos de elevada qualidade.

Se compararmos a reciclagem química com a mecânica, a primeira tem uma maior flexibilidade sobre a composição e é mais tolerante a impurezas, ou seja, não requer uma triagem tão minuciosa. No entanto, é mais cara e necessita de enormes quantidades de plástico para ser economicamente viável.

Para saber mais a respeito, acesse “O que é reciclagem química?”.

3)Reciclagem Energética

Consiste na tecnologia que transforma o plástico em energia térmica e elétrica, aproveitando, por meio da incineração, o poder calorífico armazenado neles. Além disso, esse tipo de reciclagem permite também que os plásticos sejam aproveitados como combustível.

A reciclagem energética é muito importante, pois cria novas matrizes energéticas e traz ainda um grande benefício para as cidades, as quais já não têm tanto espaço para a destinação do lixo urbano.

Atualmente, trinta e cinco países utilizam este método de reciclagem. Nesses países, mais de 150 milhões de toneladas de lixo urbano são tratadas por ano em 750 usinas de reciclagem energética, gerando, assim, 10.000MW de energia elétrica e térmica. Mas, infelizmente, esse tipo de reciclagem ainda não existe no Brasil, apesar de ser amplamente difundida no exterior.

Saiba mais em “O que é reciclagem energética?”.

 

Fonte: http://www.ecycle.com.br/

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15 países que dão lição em reciclagem de lixo

Enquanto o Brasil ainda rascunha os planos setoriais de logística reversa, previstos na Política Nacional de Resíduos Sólidos, distante daqui, o velho continente registra taxas de reciclagem superiores a 50%, movimentando um mercado bilionário.

São Paulo – Segundo um novo relatório da Agência Europeia do Ambiente, a taxa de reciclagem dos países europeus aumentou 21% entre 2001 e 2010. Atualmente, 35% de todo o lixo gerado nas cidades ganha vida nova e ainda gera receita: a boa gestão de resíduos sólidos da União Europeia já rende 1% do PIB do bloco. Na ponta do lápis, trata-se de um mercado que emprega 2 milhões de pessoas e rende 145 bilhões de euros por ano. Mas muitos países ainda precisam ir além, a fim de atender as metas mandatórias ambiciosas do bloco, que determinam uma taxa de reciclagem de lixo urbano de 50% até 2020. Cinco deles já chegaram lá. Na Áustria, Alemanha, Bélgica, Holanda e Suíça, a vontade política e a participação civil deram um novo valor ao lixo. Exemplos que devem inspirar o Brasil, que recicla apenas 13% de seus resíduos urbanos.

2. Áustria
Lixo produzido por pessoa/ano: 591 kg Taxa de reciclagem em 2001: 57.3% Taxa de reciclagem em 2010: 62,8 % Crescimento: 5,5%

3. Alemanha
Lixo produzido por pessoa/ano: 583 kg

Taxa de reciclagem em 2001: 48.1%

Taxa de reciclagem em 2010: 61,8%

Crescimento: 13,7%

4. Bélgica
Lixo produzido por pessoa/ano: 466 kg

Taxa de reciclagem em 2001: 50,7%

Taxa de reciclagem em 2010: 57,6%

Crescimento: 7%

5. Holanda
Lixo produzido por pessoa/ano: 595 kg Taxa de reciclagem em 2001: 45,2% Taxa de reciclagem em 2010: 50,9% Crescimento: 5.6%

6. Suíça
Lixo produzido por pessoa/ano: 707 kg Taxa de reciclagem em 2001: 46.6% Taxa de reciclagem em 2010: 50,5% Crescimento: 3,9%

7. Suécia
Lixo produzido por pessoa (Kg): 465 Taxa de reciclagem em 2001: 38.7% Taxa de reciclagem em 2010: 49,2% Crescimento: 10,5%

8. Luxembrugo
Lixo produzido por pessoa/ano: 678 kg Taxa de reciclagem em 2001: 37,3% Taxa de reciclagem em 2010: 46,8% Crescimento: 9.5%

9. Copenhague
Lixo produzido por pessoa/ano: 673 kg Taxa de reciclagem em 2001: 36,4% Taxa de reciclagem em 2010: 42,3% Crescimento: 5.8%

10. Noruega
Lixo produzido por pessoa/ano: 469 kg Taxa de reciclagem em 2001: 44,3% Taxa de reciclagem em 2010: 42,1% Crescimento: – 2,2%

11. Reino Unido
Lixo produzido por pessoa/ano: 521 kg Taxa de reciclagem em 2001: 12,4% Taxa de reciclagem em 2010: 38.8% Crescimento: 26,5%

12. Irlanda
Lixo produzido por pessoa/ano: 636 kg Taxa de reciclagem em 2001: 11,3% Taxa de reciclagem em 2010: 35,7% Crescimento: 24.4%

13. Itália
Lixo produzido por pessoa/ano: 531 kg Taxa de reciclagem em 2001: 17,4% Taxa de reciclagem em 2010: 35,7% Crescimento: 18,3%

14. França
Lixo produzido por pessoa/ano: 532 kg Taxa de reciclagem em 2001: 26,1% Taxa de reciclagem em 2010: 34,9% Crescimento: 8.8%

15. Espanha
Lixo produzido por pessoa/ano: 535 kg Taxa de reciclagem em 2001: 21,4% Taxa de reciclagem em 2010: 33,1% Crescimento: 11.6%

16. Finlândia
Lixo produzido por pessoa/ano: 470 kg Taxa de reciclagem em 2001: 33,6% Taxa de reciclagem em 2010: 32,8% Crescimento: – 0,8%

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Brasileiro propõe incentivo à reciclagem com ideia inovadora

Uma ideia simples para um problema complexo. Um não, dois. Transporte e lixo, dois dos principais dramas da cidade grande não têm muita coisa em comum quando olhadas sob a ótica tradicional. Mas cá entre nós: o que a ótica tradicional conseguiu de bom até agora? O jeito é pensar diferente. E se a reciclagem tivesse uma recompensa real e instantânea?

Trocar lixo reciclável por créditos de transporte público. É assim, com uma proposta tão simples que cabe em menos de uma linha, que o designer Willian Sertório pretende subverter a nossa relação com o lixo que produzimos. O nome temporário Meu Lixo, Meu Transporte, foi baseado na música “Meus Filhos, Meu Tesouro”, de Jorge Ben Jor e, por enquanto, trata-se apenas de um projeto. Ele inscreveu a ideia no Creative Sand Box, plataforma de incentivo à inovação do Google que vai dar 35 mil reais para a realização de um projeto inédito criado por brasileiros. Além de patrocinar, a empresar vai emprestar um time de funcionários para ajudar na concretização da proposta. Mesmo que não seja escolhido, Willian está feliz só pela repercussão gerada pelo projeto: “Só queria passar essa idéia adiante, não importa quem a realize”.

Willian é formado em cinema e teve a ideia durante os tempos de grana curta na faculdade. Na conversa com a Galileu, ele falou da importância dos catadores de lixo, da ideia de armazenar a energia produzida aos montes nas academias de ginástica e da ineficácia da política convencional. “Deveriam lançar uma plataforma livre para as eleições. Cada político concorreria de maneira independente, de forma que o melhor político ganhe, não o que tem mais dinheiro”, afirmou.

Como surgiu sua ideia?

Willian Sertório: Foi na faculdade. No primeiro ano, estava desempregado e vivia duro. Era bolsista. Um dia resolvi ir ao Bom Prato que ficava do lado do campus. Sabia que estava tirando a vez de alguém que realmente precisava, mas achei que a experiência seria válida. Na hora de pagar, ou você dava R$ 1,00 ou trocava 10 latinhas por um almoço. Achei o máximo e pensei que isso poderia se aplicar de alguma forma ao transporte público. O ponto é: aquela refeição não custou R$ 1,00, muito menos 10 latinhas. Houve um subsídio do governo para que aquele alimento chegasse para aquelas pessoas naquele preço acessível e com aquela qualidade. Houve um incentivo.

Você pode descrever sua proposta?

Willian Sertório: O “Meu Lixo, Meu Transporte” usa duas falhas em prol do bem comum. Uma é a preguiça da maioria das pessoas em reciclar. E outra é o abusivo preço do transporte público, que não é tão público assim. A idéia é criar bancos de coleta de material reciclável que sejam trocados por crédito para transporte público. É importante deixar claro que a idéia não tem a intenção de resolver o problema de transporte nas grandes cidades, é apenas um estímulo para a reciclagem.

 

Leia Mais em: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI314955-17770,00-BRASILEIRO+PROPOE+INCENTIVO+A+RECICLAGEM+COM+IDEIA+INOVADORA.html

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Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.

Prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).

Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo e pós-consumo.

Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, microregional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que os particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Também coloca o Brasil em patamar de igualdade aos principais países desenvolvidos no que concerne ao marco legal e inova com a inclusão de catadoras e catadores de materiais recicláveis e reutilizáveis, tanto na Logística Reversa quando na Coleta Seletiva.

Além disso, os instrumentos da PNRS ajudarão o Brasil a atingir uma das metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que é de alcançar o índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015.

 

Fonte: http://www.mma.gov.br/

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O BNDES disponibiliza um extenso programa de financiamentos

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo, e, hoje, o principal instrumento do Governo Federal para o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira. Atuando por meio de produtos, programas e fundos, conforme a modalidade e a característica das operações.

Veja todas as opções em: http://www.abimaq.org.br/site.aspx/financiamentos-bndes

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